A confirmação foi obtida por 52 votos contra 47, com a quase totalidade dos democratas a votarem contra.

Este ultraconservador, de 70 anos, tinha sido o primeiro senador a juntar-se ao candidato Trump durante as primárias de 2016 e viu-se recompensado com um dos postos chave do Governo.

A defesa dos direitos cívicos, e em particular o direito de voto dos negros, esteve no coração do debate centrado em Sessions, que se viu confrontado com afirmações suas consideradas racistas pelos democratas e vários militantes de defesa daqueles direitos.

Ao contrário, os republicanos entendem que a chegada deste antigo procurador vai permitir o regresso a “uma instituição que crê no Estado de direito e o faz respeitar, acima de considerações políticas”, declarou o senador republicano pelo Estado do Texas John Cornyn.

O secretário da Justiça (Attorney General, em inglês) equivale aos ministros europeus desta pasta e supervisiona a polícia federal (FBI), os 93 procuradores federais espalhados pelos EUA, bem como a Agência do Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos (ATF, na sigla em inglês), a administração penitenciária, o Serviço dos ‘Marshals’, que procura fugitivos, e a Agência Anti-Droga (DEA).

Sessions é o sexto membro do governo a ser confirmado até agora, num total de 15, com a minoria democrata no Senado a recorrer a todos os expedientes dilatórios para retardar as confirmações.

Jeff Sessions sucede a Loretta Lynch, que tinha saído de funções antes de Trump chegar ao poder

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