O juiz distrital James Boasberg, de Washington D. C., disse que enquanto o petróleo não estiver a fluir através do oleoduto, não há nenhum dano imediato para o rio Cheyenne e para as tribos Standing Rock Sioux, que pretendem que a suspensão da construção.

O juiz disse também que vai analisar os argumentos com mais pormenor na próxima audição, que deverá ocorrer a 27 deste mês.

As tribos apresentaram o pedido a semana passada, depois de a empresa construtora do oleoduto conseguir autorização federal para colocar os tubos sob um reservatório do rio Missouri no norte de Dakota.

Aquela é a última grande secção do oleoduto que precisa de ser construída para levar petróleo entre o norte de Dakota e o Ilinóis.

As tribos alegam que o oleoduto vai pôr em perigo as atrações culturais e o abastecimento de água, salientando que precisam de água limpa para praticar cerimónias da sua religião e que a presença do oleoduto torna a água impura.

O presidente norte-americano Donald Trump aprovou a 23 de janeiro o projeto de dois oleodutos polémicos, cuja construção tinha sido bloqueada pela anterior administração devido a uma forte pressão de grupos ambientalistas, sendo eles o oleoduto Keystone, que transportará petróleo do Canadá até às refinarias dos Estados Unidos, e outro que atravessará o território indígena na Dakota do Norte.

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