“O Departamento [de Defesa] está empenhado em usar todas as suas capacidades para lidar com o surto do coronavírus e a ação do Presidente garante que podemos trazer membros elegíveis da reserva e da Guarda Nacional para lutar [contra a covid-19] onde for mais necessário”, afirmou Jonathan Hoffman, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos da América.

Assinada esta sexta-feira, a ordem executiva do Presidente norte-americano vai possibilitar ao secretário da Defesa, Mark Esper, “ordenar unidades e membros individuais da Guarda Nacional e Reserva”, bem como a mobilização de membros da Reserva Individual Pronta – um grupo composto por reservistas e soldados fora de serviço que raramente são chamados -, no sentido de aumentar a capacidade de resposta contra o coronavírus SARS-CoV-2.

O destacamento da Guarda Nacional está sob controlo dos diferentes estados e na dependência dos respetivos governadores, mas, perante esta ordem executiva, o Pentágono passa a deter o poder de mobilização.

De acordo com a decisão de Trump, estes efetivos podem ser colocados no ativo por um período até dois anos e não podem exceder um milhão de elementos convocados em simultâneo para o apoio às autoridades.

A Organização Mundial de Saúde reconheceu que os Estados Unidos podem tornar-se no epicentro da pandemia de covid-19, país que tem mais de 100.000 casos registados e cerca de 1.700 mortes.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 600 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram quase 28.000.

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