Numa pequena "arruada" matinal no centro histórico de Vila Franca de Xira, João Ferreira e comitiva, que junta comunistas e ecologistas, foram cumprimentando transeuntes e comerciantes e distribuindo panfletos de campanha.

Numa mercearia, um cidadão entrou em diálogo com o candidato e afirmou ter ficado com a perceção, através da comunicação social, de que o melhor trabalho em Bruxelas e Estrasburgo tinha sido efetuado pela sua concorrente do BE, Marisa Matias.

"Há sempre confusões nestas alturas. Aquilo que respondi ao senhor foi que não há como ir à pagina do Parlamento Europeu (na Internet), que tem informação objetiva e rigorosa sobre o que cada deputado fez e veja por si próprio. Aliás, é um convite que tenho feito aos jornalistas. Está lá o trabalho feito pelos 21 (eurodeputados portugueses) ao nível de intervenções em plenário, relatórios, pareceres, perguntas à Comissão, Conselho e Banco Central Europeu", afirmou João Ferreira.

O eurodeputado comunista disse que "quem fizer esse trabalho, com rigor e objetividade, não poderá senão chegar à conclusão de que os deputados da CDU se destacam não apenas do ponto de vista quantitativo, do volume, mas também qualitativo", pois "é importante olhar para o conteúdo de cada intervenção e ver que são perguntas relacionadas com a realidade nacional".

"Portanto, não tememos comparações, pelo contrário. Desejamos que elas se façam. É normal, nestas alturas, haver todo o tipo de desinformação e rankings com critérios subjetivos e não explicados para transmitir uma imagem diferente do que se passou", continuou.

João Ferreira resumiu mesmo a sua convicção: "fizeram mais os três eleitos da CDU do que todos os outros 18 deputados portugueses todos juntos".

Questionado sobre se o objetivo da CDU nas eleições de 26 de maio passa por obter mais um lugar europeu, ou se a perda de algum mandato do atual trio seria uma derrota, o candidato recusou formular metas eleitorais, a não ser "o reforço da CDU".

O eurodeputado expressou "confiança na batalha eleitoral" e a aspiração legítima de "ver reforçada a presença da CDU no Parlamento Europeu".

"O reforço pode acontecer de múltiplas formas: em número de votos, percentagem, mandatos, pode ser nisto tudo, mas não especificámos em que é que esse reforço se deve traduzir", concluiu.

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