"Eu admito que haja medidas de evitar aglomeração de muitas pessoas. Os centros comerciais são claramente um desses locais", disse o autarca à Rádio Renascença.

Medina afirma que as medidas podem servir como uma "sinalização de alerta e de prudência, até para que a autoridade de saúde possa seguir todos os casos que estão a ser rastreados".

Todavia, a decisão caberá ao Governo — que já deve ter sido discutida na reunião com o Infarmed esta quinta-feira.

Gorada parece, no entanto, a possibilidade dos concelhos ou freguesias mais afetados na capital serem isolados. "Não creio que se vá para medidas do tipo cercas sanitárias. Não é isso que está em causa", disse.

O presidente da Câmara justifica dizendo que na zona da grande Lisboa os surtos estão associados a "unidades industriais e determinadas zonas residenciais relativamente delimitadas".

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