“Tem havido debates com as autoridades da Venezuela sobre este tema. Esses contatos têm ocorrido nos últimos dias (…) temos esperança de que isso nos levará a uma conclusão positiva”, disse o porta-voz do FMI.

Durante uma conferência de imprensa em Washington, Gerry Rice, frisou ainda que está prevista, “para as próximas semanas”, uma reunião da direção do FMI para analisar a questão da falta de dados oficiais sobre a economia venezuelana, mas sem precisar a data em que terá lugar.

A Venezuela é membro do FMI desde 1946, no entanto, desde 2004 que não permite visitas técnicas daquele organismo para verificação dos relatórios e contas.

No passado dia 2 de maio o FMI emitiu uma declaração de censura às autoridades venezuelanas, por não fornecer informação económica, nem aplicar medidas corretivas à economia.

O FMI publicou, no passado mês de outubro, as projeções sobre a economia da Venezuela, que, por quinto ano consecutivo, registou uma queda, e prevendo uma contração de 18% do PIB em 2018 e de 5% em 2019.

A contração do PIB, segundo o FMI, estaria influenciada pela queda da produção de petróleo e a instabilidade política e social no país.

Segundo o FMI a Venezuela registará uma hiperinflação de 1.350.000% (um milhão e trezentos e cinquenta por cento) em 2018 e de 10.000.000% (dez milhões por cento) em 2019.

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