De acordo com a informação disponibilizada na página da ANPC na internet àquela hora, 4 destes incêndios estavam em curso, 3 em resolução e os restantes 7 em conclusão.

O incêndio que mobiliza mais meios continuava a ser o de Pedrógão Grande, no distrito de Leiria, onde estão 1.165 operacionais, apoiados por 393 veículos e nove meios aéreos.

O incêndio que deflagrou no sábado à tarde em Pedrógão Grande, no distrito de Leiria, provocou pelo menos 64 mortos e mais de 150 feridos.

O fogo começou em Escalos Fundeiros, e alastrou depois a Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera, no distrito de Leiria.

Desde então, as chamas chegaram aos distritos de Castelo Branco, através do concelho da Sertã, e de Coimbra, pela Pampilhosa da Serra.

Este incêndio já consumiu cerca de 26.000 hectares de floresta, de acordo com dados do Sistema Europeu de Informação de Incêndios Florestais.

O combate a este incêndio continua a evoluir favoravelmente e o fogo pode ficar dominado até ao final da manhã, disse hoje o comandante operacional da Proteção Civil, Vítor Vaz Pinto.

Outro dos fogos que mobilizava grande número de meios era o de Góis, no distrito de Coimbra, num total de 689 operacionais, 237 viaturas e 5 meios aéreos.

O município de Góis faz fronteira com Pedrógão Grande e Castanheira de Pera, no distrito de Leiria, e com o concelho da Pampilhosa da Serra, no distrito de Coimbra, para onde as chamas progrediram, após deflagrarem no sábado, em Fonte Limpa.

Dois meios aéreos estavam a ser utilizados para combater as chamas em Penela, no distrito de Coimbra, local para onde também foram alocados 154 homens e 48 veículos. Aqui, o incêndio está em resolução.

(Notícia atualizada às 10h21)

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