No poder desde 2012, o partido Sonho Georgiano, de Ivanichvili, tem vindo a ser contestado nas ruas e a popularidade tem diminuído.

Conforme alertou o comentador político ucraniano Gia Nodia, citado pela agência noticiosa France-Press (AFP), apesar de a oposição contar com uma curta vantagem, o partido no poder pode mobilizar os “recursos financeiros e administrativos” para derrotar os adversários.

Saakashvili, ex-Presidente e candidato pelo Movimento Nacional Unido (MNU), foi obrigado a abandonar o país após deixar a Presidência em 2013, ameaçado de ser processado por abuso de poder.

Atualmente, vive na Ucrânia, onde é conselheiro do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, mas o MNU já prometeu que será nomeado primeiro-ministro em caso de vitória da oposição.

O partido Sonho Georgiano chegou ao poder em 2012 numa altura em que Saakashvili, considerado o homem que modernizou o país, foi criticado por alegados abusos de poder.

No entanto, ao longo dos anos, o partido no poder na Geórgia viu a sua popularidade diminuir face às dificuldades económicas e aos atentados às conquistas democráticas.

A Geórgia, um pequeno país montanhoso de cerca de quatro milhões de habitantes, é um raro exemplo democrático entre as antigas repúblicas soviéticas, mas é frequentemente abalado por manifestações antigovernamentais.

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