Em comunicado, a GNR esclarece que, no âmbito da fiscalização da sua Unidade de Ação Fiscal, através do Destacamento de Ação Fiscal do Porto, foi “constituído arguido” o proprietário do local de produção de bebidas onde foi detetada a fraude e os factos foram “remetidos ao Tribunal Judicial de Alijó”.

De acordo com aquela força policial, num local “autorizado a produzir bebidas sujeitas a imposto sobre o álcool e bebidas alcoólicas, os militares detetaram que um homem, depositário autorizado, desviava parte da produção para um armazém situado na sua residência”.

“No seguimento das diligências, foram realizadas três buscas domiciliárias que permitiram apreender a aguardente guardada ilegalmente”.

Na ação, desenvolvida na quinta-feira, a GNR “apreendeu 6.500 litros de aguardente introduzidos de forma fraudulenta no consumo”.

“A prestação tributária em falta (Imposto Sobre Álcool e Bebidas Alcoólicas), corresponde a um valor de 45 mil euros”, acrescenta.

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