Em comunicado, a força de segurança revela que, da totalidade da sardinha apreendida (36.908 toneladas), maioritariamente por infrações de excesso de quota diária de pesca e por fuga à lota, mais de 28,5 toneladas foram doadas a instituições de solidariedade social.

Enquanto polícia ambiental nacional, a GNR tem procurado garantir que este e outros recursos sejam explorados de forma a manter, a longo prazo, a sustentabilidade ambiental, económica e social da pescaria, numa abordagem definida com base nos dados científicos disponíveis, procurando-se, simultaneamente, assegurar os rendimentos da pesca aos seus profissionais.

A sardinha, sublinha a nota,, é um recurso de interesse estratégico para a pesca portuguesa, para a indústria conserveira e para as exportações de produtos da pesca e do mar, assumindo uma particular relevância em termos socioeconómicos em várias comunidades piscatórias.

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