Em comunicado, a GNR explica que a "Operação Artémis", de fiscalização ao exercício do ato venatório, desenvolvida nestes seis meses através do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), “teve como objetivo observar o respeito pelas medidas de proteção e conservação dos recursos cinegéticos, tendo em vista a sua gestão sustentável”.

Das 55 detenções, destacam-se 24 por não preservação da fauna e da flora: “caçar espécies não cinegéticas; caçar espécies cinegéticas, mas fora da época permitida; efetuar o exercício ilegal da caça durante o período noturno ou em dias não permitidos; utilização de processos e meios de caça não autorizados; ultrapassar as limitações e quantitativos de captura estabelecidos; abandonar os animais que auxiliam e acompanham o caçador no exercício da caça”, descreve a GNR.

Os militares da GNR detiveram ainda outras 23 pessoas pelo exercício da caça em terrenos não cinegéticos, nomeadamente "povoados, terrenos adjacentes a hospitais, escolas, parques de campismo e desportivos, instalações industriais e de criação animal e estradas nacionais".

Ainda no âmbito da "Operação Artémis" foram registadas 293 contraordenações, destacando-se 70 por falta de documentação obrigatória para a caça, 47 por infrações praticadas pelas entidades gestoras das zonas de caça e 24 por falta de registo de canídeo.

Além disso, os militares do SEPNA aplicaram 23 contraordenações por falta de indentificação electrónica (chip) em canídeo, 23 por falta de vacinação antirrábica, 21 por falta de licença de canídeo, seis por utilização, durante a caça, de cães em número superior ao previsto e cinco por exercício da caça em local proibido.

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