“Acompanhamos a necessidade de reforçar os serviços públicos, em particular o SNS, que foi muito depauperado ao longo dos últimos quatro anos. No ano passado, foi feito já um esforço muito importante de recursos humanos: mais de 4.000 pessoas, entre médicos, enfermeiros, auxiliares e técnicos de diagnóstico”, afirmou António Costa, em resposta ao líder do PCP, Jerónimo de Sousa, no debate quinzenal no parlamento.

Segundo o chefe do executivo socialista, “já está previsto para este ano um aumento de 3.408 profissionais: 1.036 médicos, 1.644 enfermeiros e 788 outros profissionais”.

“Pergunta-me se é suficiente, porventura não é, mas temos de o fazer como até agora, com passos seguros e equilibrados”, defendeu António Costa.

Antes, Jerónimo de Sousa lamentara “os passos dados”, que “são ainda curtos”, referindo os 2,6 milhões de portugueses no limiar da pobreza, a falta de investimento público e as “carências gritantes em serviços públicos e funções sociais do Estado”.

Para o secretário-geral comunista, há que “acelerar a execução de medidas previstas do corrente ano, de reforço do SNS, resolvendo as justas aspirações de médicos, enfermeiros e outros profissionais e que as populações reclamam”.

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