Hoje, com apenas uma linha do metro em circulação, os bilhetes voltam a custar ao público 800 pesos, o equivalente a um euro, o mesmo valor praticado antes do aumento de 30 pesos a 6 de outubro.

A medida surge depois de o Senado chileno ter aprovado, na segunda-feira, um projeto de lei que visava congelar o aumento das tarifas no transporte público de passageiros.

O projeto foi submetido ao Senado pelo Presidente chileno, Sebastián Piñera, com o objetivo de acalmar a raiva da população, que agora se manifesta contra a profunda desigualdade da sociedade chilena e exige reformas mais profundas.

Neste sentido, Sebastián Piñera já anunciou que vai reunir-se hoje com todos os partidos políticos para debater pensões, os preços dos medicamentos e a melhoria dos cuidados de saúde.

Apesar de ter origem no aumento do metro na capital, o protesto social no Chile espalhou-se rapidamente para diversas cidades do país, com distúrbios violentos que já resultaram em pelo menos 13 mortos.

O secretário-geral das Nações Unidas (ONU), António Guterres, apelou a todos os setores da sociedade chilena para que reduzam a tensão, recusem atos de violência e procurem soluções pacíficas para os problemas que redundaram nas manifestações dos últimos dias.

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