"Já iniciamos diligências no sentido de recuperarmos esses voos tal como fizemos no início do ano passado com as falências da Monarch, Air Berlim e Niki Lauda Air", disse Miguel Albuquerque, à margem da visita que hoje efetuou a uma unidade de exportação de anona, no Mercado Abastecedor de Santana.

A Madeira vai perder 106 mil lugares anuais do mercado alemão com a anunciada falência da transportadora Germania Airlines, que hoje entrou com um pedido de falência e anunciou o cancelamento de todos os seus voos.

"Naturalmente que não é uma boa notícia (...) porque tem impactos no curto prazo", reagiu hoje a secretária regional do Turismo, Paula Cabaço, sublinhando que "a companhia fazia sete voos semanais para a Madeira no período de inverno.

Para hoje, estavam previstos quatro voos.

"De repente, o destino perde 106 mil lugares de avião" para todo o ano, especificou, sendo o mercado alemão o segundo com maior número de turistas que visitam o arquipélago.

Paula Cabaço crê, no entanto, que, a médio prazo e em conjunto com a ANA - Aeroportos de Portugal, o trabalho de captação de novas rotas vai intensificar-se "para substituir esta perda de lugares por outra companhia aérea".

A governante recordou que este trabalho já tinha sido feito quando, em 2017, a companhia área Monarch ou a Air Berlim também anunciaram falência.

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