“Espanha está sempre disposta a promover o consenso entre os países da União Europeia para escolher uma candidatura comum à liderança do FMI. Assim, anunciamos que o Governo aposta por alcançar um acordo europeu, sem que a ministra de Economia, Nadia Calviño, participe na fase seguinte”, informou a Moncloa.

A votação para a designação do candidato europeu à sucessão de Christine Lagarde na liderança do FMI está ainda a decorrer.

Segundo escreve o El País, esta decisão pode ser vista à semelhança daquela tomada pelo ministro das Finanças português, Mário Centeno, que esta quinta-feira, dia 1, informou que não participaria na votações de hoje.

Desde a sua criação, em 1944, aquela instituição foi sempre dirigida por um europeu, enquanto o Banco Mundial foi sempre liderado por um americano.

Lagarde, a primeira mulher a liderar o FMI, deixa o cargo para substituir Mario Draghi como presidente do Banco Central Europeu (BCE).

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