Maria Manuel Leitão Marques respondia a uma questão acerca da preocupação do Governo relativamente “à descoordenação das forças policiais envolvidas na ‘caça’ ao suspeito dos homicídios de Aguiar da Beira”, de que hoje o Diário de Notícias faz manchete.

“A resposta que lhe posso dar é que não há descoordenação entre as forças de segurança. Não há descoordenação, não há incómodo [para os membros do Governo]. Só isso”, afirmou a ministra, na conferência de imprensa que se seguiu ao Conselho de Ministros.

Já o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, também presente na conferência de imprensa, afirmou que o motivo de preocupação é o alegado homicida não ter ainda sido detido.

“Ainda não foi detido, é um motivo de preocupação, mas neste momento o que importa aqui é saudar, apoiar e agradecer o enorme esforço que todas as forças de segurança e a polícia de investigação criminal estão a fazer para essa detenção”, considerou.

Pedro Dias, de 44 anos encontra-se a monte há 10 dias, desde 11 de outubro, data em que terá matado duas pessoas, um GNR e civil, e ferido outras duas a tiro, em Aguiar da Beira, distrito da Guarda.

Depois disso fugiu e há relatos de ter sido visto ou deixado indícios da sua presença em São Pedro do Sul, distrito de Viseu, e em Arouca, distrito de Aveiro, onde atacou uma mulher e um homem e fugiu no carro do homem.

No domingo, cruzou-se com a patrulha da GNR, na zona industrial de Vila Real, e as autoridades perderam-lhe o rasto em Constantim.

Segunda-feira foi encontrada a viatura roubada em Arouca, na aldeia de Carro Queimado, e, na terça-feira, duas pessoas disseram ter visto o suspeito na localidade vizinha de Assento.

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