Após uma reunião da Concertação Social, em Lisboa, o governante referiu que no final da semana deverá estar terminado o levantamento no terreno dos impactos dos fogos, e que o “Governo tomará as decisões adequadas e utilizará todos os instrumentos que tem ao seu alcance”.

Vieira da Silva enumerou os esforços que o executivo faz em Bruxelas para a “flexibilização e a criação de novos recursos para intervir”, garantindo que o Governo tudo fará no sentido de recuperar os empregos e as empresas afetadas.

“Ainda não temos toda a avaliação, mas já temos uma aproximação e sabemos que do ponto de vista de empresas houve um conjunto de unidades atingido e faremos todo o possível e daremos todas as condições que forem possíveis para que esses empregos e essas empresas possam ser recuperadas”, afirmou o governante, precisando que na área da Segurança Social há “normas previstas para uma intervenção de emergência”.

E que “estão a ser e serão desbloqueadas à medida que forem necessárias”, sublinhou Vieira da Silva, notando haver “flexibilidade em instrumentos do fundo de socorro social e de apoios eventuais, que a qualquer momento podem ser utilizados”.

No terreno, há locais de atendimento e postos para darem uma resposta, garantiu o ministro, admitindo que podem avançar prestações habituais como o subsidio de desemprego, mas também “prestações eventuais” e medidas específicas para trabalhadores independentes.

No próximo mês deverá decorrer uma reunião extraordinária da Concertação Social dedicada às consequências dos incêndios, que provocaram pelo menos 64 mortos e mais de 200 feridos.

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