Estes dados constam do “Boletim de Vigilância Epidemiológica da Gripe", divulgado semanalmente pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA).

De acordo com os dados hoje revelados, a taxa de incidência da síndrome gripal foi naquela semana de 44,35 por cada 100 mil habitantes.

Segundo a informação, foi reportado um caso de internamento pelas 11 unidades de cuidados intensivos que enviaram informação e outros seis casos nas quatro enfermarias que comunicaram.

A mortalidade observada esteve de acordo com o esperado.

Por outro lado, a atividade gripal manteve uma tendência crescente na região europeia.

A Direção-Geral da Saúde (DGS) estimou, num comunicado emitido em 12 de dezembro passado, que o pico da gripe seria atingido entre a última semana de dezembro e a primeira de janeiro de 2020.

Um dia antes, a Associação Nacional de Farmácias apontara o pico para entre o Natal e a segunda semana de janeiro, com base na dispensa de medicamentos e produtos de saúde para infeções respiratórias.

Há uma semana, a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, disse que Portugal está em "franca atividade" epidémica gripal, embora a sua incidência seja "bastante moderada".

Na semana 52/2019, o valor médio da temperatura mínima do ar (6,52ºC) foi 0,47ºC superior ao valor normal para o mês de dezembro.

O Sistema Nacional de Vigilância da Gripe para 2019/2020 foi ativado em outubro último e mantém-se até maio.

As autoridades recomendam a vacinação contra a gripe a idosos, profissionais e prestadores de cuidados de saúde, doentes crónicos ou imunodeprimidos e grávidas.

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