As ligações entre pobreza e catástrofes naturais são “muito claras” no caso do Haiti, disse o representante especial das Nações Unidas para a redução dos riscos de catástrofe, Robert Glasser, numa conferência de imprensa.

Em todo o mundo, morreram cerca de 1,35 milhões de pessoas por causa de catástrofes naturais entre 1996 e 2015, segundo o relatório.

A seguir ao Haiti, os países com mais mortes são a Indonésia (182.136), afetada pelo ‘tsunami’ no Índico em 2004, e a Birmânia (139.515), atingida pelo ciclone Nargis em 2008.

Surgem depois China, Índia, Paquistão, Rússia, Sri Lanka, Irão e Venezuela.

O documento contabiliza sete mil catástrofes naturais no mesmo período e mostra que os sismos e os maremotos (‘tsunamis’) são os desastres mais mortíferos, seguindo-se aqueles que estão relacionados com o clima, precisa a ONU, num comunicado.

Os países mais ricos têm “enormes perdas económicas” por causa das catástrofes naturais, mas nos países mais pobres “as pessoas pagam com as suas vidas”, sublinha o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-mon, no mesmo comunicado.

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