A idosa foi descoberta pouco antes das 12:00, numa área florestal “um pouco longe do lar”, em Lordemão, arredores da cidade, com ajuda de uma equipa cinotécnica privada contratada pela instituição, informou a fonte policial.

A mulher, que “padece de demência e diabetes”, segundo a neta, Inês Silva, foi encontrada quase 48 horas após ter saído da instituição.

“A minha avó estava num monte que é visível das traseiras do lar”, contou hoje a jovem à Lusa, depois de ter falado ao telefone com a familiar, que foi observada no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra.

Inês Silva adiantou que, aparentemente, a idosa “está bem”, apesar dos problemas de saúde crónicos e de ter passado duas noites ao relento, sem comer nem beber.

Por sua vez, a fonte do Comando Distrital de Coimbra da PSP referiu também que a mulher “parecia estar sóbria”, tendo dado a entender aos polícias que “não queria ser encontrada, nem regressar à instituição”.

A mulher reside habitualmente em Telhadelas, freguesia de Cernache, no mesmo concelho de Coimbra.

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