Os dados da IGAI enviados à agência Lusa revelam que, em 2017, foram abertos dois processos disciplinares a elementos da Polícia de Segurança Pública na sequência da utilização de armas de fogo e que tiveram como resultado a morte de civis.

Em 2014, aquele organismo tutelado pelo Ministério da Administração Interna (MAI) abriu quatro processos disciplinares, três dos quais a polícias da PSP e outro a um militar da Guarda Nacional Republicana. No entanto, em 2014 e 2015 não se registou qualquer morte, mas em 2012 registaram-se três mortes de civis e no ano seguinte duas.

No ano passado, a IGAI instaurou também processos disciplinares a cinco elementos da PSP por ferimentos em civis com armas de fogo durante operações policiais.

Em 2016, seis pessoas ficaram feridas também por polícias da PSP, cinco das quais sem arma.

Em seis anos, foram abertos 19 processos a polícias (sete à GNR e 12 à PSP) após terem ferido civis com armas de fogo e 33 (26 à PSP e sete à GNR) por terem provocado ferimentos sem armas.

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