Num comunicado conjunto, o Ministério dos Negócios Estrangeiros e o do Ambiente e da Ação Climática referem que a candidatura da ilha de Porto Santo a esta rede foi aprovada pelo Conselho Internacional de Coordenação do Programa “O Homem e a Biosfera – MAB” da UNESCO.

“As Reservas da Biosfera são definidas pela UNESCO como laboratórios vivos, onde se desenvolvem como funções principais, a conservação de paisagens, ecossistemas e espécies, e o desenvolvimento sustentável a nível social, económico, cultural e ecológico, atuando como plataformas de investigação, monitorização, educação e sensibilização”, sublinha a nota.

Esta rede internacional é já constituída por mais de 700 reservas, que têm implementado “ações que contribuam para uma relação harmoniosa entre os seres humanos e a natureza numa vasta gama de contextos”.

As Reservas da Biosfera Portuguesas já inscritas na Rede Mundial são Boquilobo (Corvo – Açores), Graciosa (Açores), Flores (Açores), Reserva da Biosfera Transfronteiriça do Gerês –Xurés (Portugal/ Espanha), Berlengas (Peniche), Santana (Madeira) Reserva da Biosfera Transfronteiriça Meseta Ibérica (Portugal/ Espanha), Fajãs de S. Jorge (Açores), a Reserva da Biosfera Transfronteiriça Tejo/Tajo Internacional (Portugal/Espanha) (2016) e Castro Verde (Alentejo).

“A Rede Mundial de Reservas da Biosfera é um instrumento único de cooperação internacional através da partilha de conhecimentos, troca de experiências, construção de capacidades e promoção das melhores práticas”, conclui a nota.

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