Segundo um comunicado do Comando Territorial da GNR da Guarda, o homem foi detido na quarta-feira, através do Posto Territorial de Trancoso, na sequência de um alerta para um incêndio rural.

“Os militares da Guarda deslocaram-se de imediato para o local, onde constataram que o incêndio teve origem na realização de uma queima que se descontrolou, consumindo cerca de 5.000 metros quadrados de vegetação”, adianta a fonte.

O detido foi constituído arguido e os factos foram remetidos para o Tribunal Judicial de Trancoso.

De acordo com a nota, “desde o início do ano de 2021, já foram detidas 46 pessoas no âmbito dos incêndios florestais”.

A GNR lembra que a proteção de pessoas e bens, no âmbito dos incêndios rurais, continua a assumir-se como uma das prioridades, “sustentada numa atuação preventiva, com o envolvimento de toda a população e demais entidades públicas e privadas, na salvaguarda da vida humana e na segurança do património de Portugal e dos portugueses”.

Segundo a fonte, as queimas de sobrantes são uma das principais causas de incêndios em Portugal e em qualquer altura do ano é proibido queimar matos cortados e amontoados e qualquer tipo de sobrantes de exploração florestal ou agrícola sem pedir autorização ou fazer comunicação prévia.

Para evitar acidentes, a GNR pede que as pessoas sigam as regras de segurança, estejam sempre acompanhadas e levem consigo o telemóvel.

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