Patrícia Gaspar afirmou que o número de mortos é provisório e que há zonas onde os meios de socorro ainda não conseguiram chegar, pelo que pode aumentar.

Entre as vítimas mortais estão pessoas que foram encontradas na via pública e pelo menos duas, em Penacova, foram encontradas dentro de um barracão de uso agrícola.

A responsável indicou que os fogos fizeram ainda 51 feridos, 15 dos quais em estado grave.

Quanto aos desaparecidos, não há número definitivo.

Patrícia Gaspar reforçou que o número de ignições no domingo "é inaceitável", salientando que "era preciso cuidado", uma vez que todo o continente estava em alerta vermelho de risco de incêndio, uma condição que se manterá até às 20:00 de hoje.

"Era difícil pedir mais a este dispositivo", considerou, lembrando que os meios em prontidão são mais reduzidos do que em relação à fase mais crítica do verão.

A porta-voz da proteção Civil afirmou que, pelas 11:00, havia 145 fogos ativos, que mobilizam 5.800 operacionais, mais de 4.000 em combate direto a fogos ativos, apoiados por 1.289 meios terrestres.

Os meios aéreos foram sendo usados com limitações durante a manhã, devido às condições meteorológicas e ao fumo, e Itália disponibilizou dois aviões anfíbios pesados Canadair, no âmbito da cooperação internacional em caso de catástrofe.

Dez pelotões militares estavam em tarefas de rescaldo e 23 grupos de reforço estavam a trabalhar.

O fogo obrigava ainda ao corte de estradas nos distritos da Guarda, Castelo Branco, Aveiro, Coimbra e Leiria.

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