De acordo com a UL, o espaço - que é propriedade daquela instituição desde 2015 - vai estar fechado “para obras de reabilitação extensiva” até setembro deste ano, mas a universidade prevê que “partes do jardim poderão abrir ao público dentro de quatro meses”.

A nota refere que vão ser intervencionadas “infraestruturas básicas” como “os caminhos, as condutas de águas, da rega, da energia” e também os edifícios.

“Serão também repostas várias espécies botânicas ameaçadas, como as palmeiras”, explicita o comunicado.

No final das obras, o Jardim Botânico Tropical vai reabrir o “Jardim dos Catos”, que está “encerrado há várias décadas”, sendo estas as “primeiras grandes obras de reabilitação” desde a década de 1940.

Este jardim, com cerca de sete hectares, é constituído por espécies exóticas e integra um herbário, um jardim oriental, campos experimentais, estufas, lagos, alamedas e canteiros.

“Em 2007, o Palácio Nacional de Belém e todo o conjunto intramuros onde se integra o Jardim Botânico Tropical foi classificado como Monumento Nacional”, remata a UL na nota.

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