A notícia é avançada pelo jornal Observador, que falou com cardeal Américo Aguiar, atual bispo de Setúbal e presidente da Fundação JMJ que garante que o evento gerou um lucro significativo, que vai ser integralmente aplicado em projetos que beneficiem a juventude em Portugal em conjunto com a Câmara de Lisboa, a Câmara de Loures e o Governo.

O jornal sublinha que faltam ainda apurar a contabilização das principais despesas que a Igreja teve com a presença dos peregrinos em Portugal em áreas como a alimentação, os transportes e as infraestruturas.

Entre os principais gastos, sublinha-se 18,3 milhões de euros que dizem respeito a alimentação e 6,7 milhões a transportes. Já as estruturas para os eventos centrais como o palco instalado no Parque Eduardo VII e secundários representaram uma despesa de 5,1 milhões de euros, também 3,5 milhões de euros foram para “recursos humanos, tecnologias de informação e serviços”.

Por fim, nas contas da Fundação JMJ surge também a rubrica “Fundo de Solidariedade“, que custou à Igreja 550 mil euros e foram usados para apoiar a viagem até Portugal de peregrinos com poucos recursos vindos de países de onde dificilmente conseguiriam viajar sem esta ajuda.

Ao Observador Américo Aguiar não precisou qual o montante das receitas com as inscrições dos peregrinos, que estão ainda por contabilizar, mas variaram entre 50 e os 235 euros.

Os custos associados à realização do maior evento da Igreja Católica alguma vez realizado em Portugal deverão continuar a aumentar, estando para breve a apresentação dos valores totais, segundo o Observador.

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