“Continuarei a estar disponível para o meu partido e para a luta do meu partido que é a luta dos trabalhadores. Era só o que faltava baixar os braços, particularmente numa circunstância destas. Terei de me disponibilizar o dobro daquilo que me já disponibilizava anteriormente”, disse João Oliveira, na RTP.

O deputado comunista reconheceu que o PCP fica “com piores condições para defender as populações e o distrito de Évora”.

“Isso significa que terá de ser outro deputado do PCP a protagonizar as propostas, as iniciativas e as questões que vão ter de ser levadas à Assembleia da República. Não temos um deputado eleito diretamente pelo distrito, era só o que faltava baixarmos os braços em relação a isso”, precisou.

João Oliveira disse ainda que para a CDU eleger um deputado no distrito de Évora tinha de ter “em média três vezes o resultado” obtido a nível nacional porque é um círculo que só elege três deputados.

Líder parlamentar do partido e na Assembleia da República desde 2005, João Oliveira, 42 anos, é licenciado em Direito, e foi um dos dois dirigentes que substituiu o secretário-geral do PCP durante a campanha depois de Jerónimo de Sousa ter sido operado a uma estenose na carótida.

No círculo de Évora, PS ganhou as eleições com 43,9%, e três deputados, e o PSD teve 21,49% e um deputado. A CDU recolheu 14,54% dos votos, falhando a eleição de um deputado.

Nas legislativas de hoje, o PCP já tinha perdido outro deputado, António Filipe, que não foi eleito pelo círculo de Santarém.

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