O sacerdote, que coordena a pastoral, disse que “todos vão motivados para este encontro com o papa Francisco, que tantas vezes se tem pronunciado sobre estas periferias”.

“Partem com alegria e entusiasmo de ouvir as palavras do santo padre, que tanto tem dito, escrito e feito sobre a questão prisional”, afirmou João Gonçalves.

O bispo auxiliar de Lisboa, Joaquim Mendes, responsável pela pastoral Penitenciária, acompanha a comitiva portuguesa nesta peregrinação, que se efetua sob o mote “Estive preso e vieste visitar-Me”, do “Evangelho segundo S. Mateus”, e que se prolonga até domingo.

O grupo de peregrinos portugueses é constituído por católicos de várias dioceses portuguesas, visitadores prisionais, familiares de reclusos e ex-reclusos, um recluso e quatro ex-reclusos.

A diocese mais representada, com cerca de 30 pessoas, é a do Porto, e o único recluso que faz parte da peregrinação cumpre pena no Estabelecimento de Custóias, no concelho de Matosinhos, no Douro Litoral.

“Este é um encontro com o papa, e saber o que ele tem de novo será uma oportunidade para viver uma comunhão real com aqueles que se encontram – ou já se encontraram – em situação de reclusão”, rematou o sacerdote.

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