Navalny tinha sido condenado a três anos e meio de prisão por fraude e lavagem de dinheiro envolvendo a empresa francesa Yves Rocher, num julgamento que ocorreu em 2014.

Até 2021, contudo, o maior crítico do Kremlin esteve em liberdade condicional, tendo sido detido em Moscovo após o seu regresso da Alemanha, em janeiro do ano passado, onde estava a recuperar de um envenenamento, pelo qual o opositor e o Ocidente responsabilizam o poder russo.

“O tribunal recusou-se a transferir o recurso para o órgão de cassação”, segundo uma fonte do Supremo Tribunal, citada pela agência Interfax, referindo-se ao pedido de anulação da decisão de pena de prisão no âmbito do caso Yves Rocher.

O opositor do Presidente russo Vladimir Putin está já a cumprir uma pena efetiva numa prisão em Pokrov, a 85 quilómetros de Moscovo.

Num outro julgamento realizado na semana passada, Navalny foi condenado a nove anos de prisão por crimes de fraude e peculato, além de desrespeito pelo tribunal.

A sentença contra o opositor russo também inclui uma multa de 1,2 milhões de rublos (cerca de 12 mil euros) por desacato ao tribunal.

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