O diário online escreve esta sexta-feira que no ano (2011) em que é suspeito de ter cometido aqueles crimes o monarca ainda não tinha abdicado, gozando portanto da prerrogativa constitucional da inviolabilidade, que o iliba de qualquer responsabilidade penal.

A Procuradoria do Supremo Tribunal espanhol está a investigar a origem de 65 milhões de euros depositados na Suíça em nome da fundação Lucum, com sede no Panamá, para determinar se se tratava de comissões dadas pela Arábia Saudita a Juan Carlos ligadas a um negócio.

Esse dinheiro foi depois transferido para uma conta nas Bahamas, em nome de uma amiga do rei, Corinna Larsen.

No início de agosto, Juan Carlos viajou para o Golfo Pérsico ao mesmo tempo que o Palácio de la Zarzuela emitiu um comunicado, no qual relatava a mudança de residência do rei emérito para fora da Espanha.

Após duas semanas, Juan Carlos informou a Casa Real, através de uma mensagem SMS, que estava nos Emirados Árabes Unidos, depois de dias de especulações sobre o seu paradeiro.

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