Alexander Zakharchenko foi morto na sexta-feira numa explosão num café no centro da capital regional, tendo a agência dos rebeldes DAN referido que “o dirigente da República Popular de Donetsk morreu num ataque terrorista” e que as “circunstâncias estão a ser averiguadas”.

“É, sem dúvida, uma provocação”, afirmou o porta-voz do Kremlin, citado pelas agências de notícias russas.

“A morte de Zakharchenko vai certamente agravar as tensões na região” e minar o processo de paz lançado com os acordos de Minsk, patrocinados pela Alemanha e França, acrescentou.

Antigo mecânico e depois empresário, Zakharchenko foi um dos comandantes dos separatistas desde o início do conflito com o exército ucraniano, em abril de 2014.

Em novembro, meses depois de os territórios rebeldes do leste da Ucrânia proclamarem a independência, Zakharchenko foi eleito presidente da “República Popular de Donetsk” com 81% dos votos.

Vários comandantes separatistas têm sido mortos nos últimos anos, em atos que os separatistas atribuem aos serviços especiais ucranianos.

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