Precisamente um mês após ter concedido, a 28 de setembro, licença sem vencimento a Georgieva, quando esta decidiu entrar na corrida ao cargo de secretário-geral das Nações Unidas — para o qual António Guterres seria designado -, o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, anunciou hoje que aceitou o pedido de demissão da sua vice-presidente búlgara, que se vai tornar diretora-executiva do Banco Mundial.

Afirmando que é com pesar que aceitou o pedido de demissão e que a sua falta será sentida em Bruxelas, Juncker acrescenta num comunicado que “o facto de ela ter sido convidada a assumir um papel de liderança no Banco Mundial é o reconhecimento dos muitos talentos e profissionalismo de Kristalina Georgieva”, pelo que a felicita.

Juncker revela ainda que convidou o comissário Gunther Oettinger, responsável pela Sociedade e Economia Digital, para “herdar” a pasta de Georgieva, que era responsável pelos Recursos Humanos e Orçamento, dossier particularmente importante numa fase em que a UE negoceia o plano orçamental da União para 2017.

“Depois dos vice-presidentes, Gunther Oettinger é o primeiro comissário em antiguidade e ordem protocolar na Comissão”, justifica Juncker, que lembra também a experiência do comissário alemão, que já integrou a anterior “Comissão Barroso”.

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