De acordo com informação enviada hoje às redações pela Câmara Municipal de Lisboa, “no âmbito da criação do Corredor Verde Estruturante do Vale de Alcântara, com o objetivo de fazer a ligação de Monsanto ao Tejo, arrancam este mês de janeiro as obras necessárias para a prossecução deste projeto que prevê o seu término em março do corrente ano”.

Segundo o município, está prevista a “supressão da via da esquerda da Avenida Calouste Gulbenkian em ambos os sentidos (Alcântara/ Praça de Espanha/Alcântara), junto ao Aqueduto das Águas Livres, entre os dias 06 e 18 de janeiro, durante todo o dia”.

Já nos dias 05, 06, 07, 20, 21, 26, e 28 haverá uma interrupção total da circulação naquela avenida, “entre a 01:00 e as 06:00”, no sentido Praça de Espanha – Alcântara, refere a nota.

“Nos dias 19 e 27 de janeiro, entre a 01:00 e as 06:00 da madrugada, verificar-se-á interrupção total da circulação em ambos os sentidos”, acrescenta o município.

Como alternativa para quem quisesse usar aquela estrada no sentido Praça de Espanha – Alcântara, a câmara aconselha “a circulação pela Rua de Campolide e para os acessos à A5, Alcântara e Avenida da Ponte se utilize o eixo Norte/Sul”.

Em 2016, o vereador da Estrutura Verde da Câmara de Lisboa, José Sá Fernandes estimou que o corredor verde estruturante do vale de Alcântara, que fará ligação pedonal de Monsanto ao Tejo, estivesse pronto dentro de um ano.

A intervenção abrangerá 13 hectares, ao longo de três quilómetros, e terá um custo total de "não mais do que quatro milhões de euros", disse o vereador nessa altura.

Em meados de dezembro do ano passado, a Câmara Municipal de Lisboa aprovou o lançamento do concurso público para a contratação da empreitada de uma parte do corredor verde, com um valor base de 1,4 milhões de euros.

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