“O Livre tem mostrado particular preocupação com o Estado de direito e a liberdade na Polónia. O governo liderado pelo Partido da Lei e Justiça (PiS), antigo partido de Duda, tem protagonizado permanentes ataques à independência do poder judicial. Esta supressão do Estado de direito mereceu já a condenação por parte do Parlamento Europeu e da Comissão Europeia”, começa por indicar o comunicado do partido.

Além da supressão jurídica, o Livre sublinha os ataques constantes de Duda à comunidade LGBTI, que dizem reforçar “o clima de perseguição e ataque a esses cidadãos”, e que a posição dos municípios que se declararam “livres da ideologia LGBT” é uma “supressão à liberdade inadmissível no contexto da União Europeia”.

“Rafal Trzaskowski tem sido defensor de uma clara separação entre Estado e Igreja, de um aumento do investimento nas funções sociais do Estado, de um reforço dos direitos e visibilidade dos cidadãos LGBTI. É essencial que as forças democráticas, defensoras do Estado de direito e da liberdade e direitos de todos os cidadãos se mobilizem para o apoio a Trazskowski”, defende o comunicado.

O presidente da Polónia, Andrzej Duda, conquistou a maior percentagem de votos nas eleições presidenciais de hoje, mas deverá ter de enfrentar o autarca de Varsóvia, Rafal Trzaskowski, numa segunda volta, segundo uma sondagem à boca das urnas.

Segundo a projeção da empresa de sondagens Ipsos, Duda obteve 41,8% dos votos, enquanto Trzaskowski recebeu 30,4%, tendo uma margem de erro de dois pontos percentuais.

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