“A Bielorrússia exorta os países do mundo a unirem-se para evitar que o conflito regional na Europa se transforme numa guerra mundial em larga escala”, escreveu Lukashenko na missiva, citada pela agência de notícias estatal Belta.

O Presidente bielorrusso afirmou que o seu país, atualmente o principal aliado de Moscovo, não é um agressor, como tentam apresentá-lo no Ocidente, não trai ninguém e sempre se manifestou “a favor do reforço da segurança regional e global”.

Na carta, o líder bielorrusso insistiu ainda que “é do interesse de todos não permitir que o conflito (na Ucrânia) assuma um caráter prolongado” com consequências desastrosas para o desenvolvimento sustentável.

Isso, segundo defendeu Lukashenko, será possível com “acordos legais concretos” abordando as preocupações de segurança das partes em conflito “e de outras partes interessadas, incluindo grandes e pequenos intervenientes” na arena global.

A Ucrânia, que partilha fronteira com a Bielorrússia, acusa Minsk de ceder o seu território para permitir a intervenção militar russa em solo ucraniano, iniciada em 24 de fevereiro.

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