Na discussão na especialidade do Orçamento do Estado para 2021, Eduardo Cabrita explicou aos deputados que o prazo contratual com os operadores privados termina em junho de 2021 e, neste momento, um grupo de trabalho criado pelos Ministérios da Administração Interna e das Finanças está a discutir o futuro modelo do Sistema Integrada das Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP).

Segundo o ministro, ainda está tudo em aberto sobre o futuro do SIRESP e estão a ser encarados vários modelos.

“Não excluímos, se estes trabalhos técnicos, que são complexos, não forem concluídos até julho, um prolongamento restrito do atual modelo”, precisou, acrescentando que o Ministério da Administração está, “neste momento”, a trabalhar tecnicamente com o Ministério das Finanças.

Eduardo Cabrita sublinhou ainda que “há três anos que não se ouve falar do SIRESP” e a rede de emergência “tem respondido plenamente” a todas as ocorrências.

O Estado comprou por sete milhões de euros a parte dos operadores privados, Altice e Motorola, no SIRESP, ficando com 100%, numa transferência que aconteceu em dezembro de 2019.

Desde essa altura que o Estado tem um contrato com a Altice e Motorola para fornecer o serviço até junho de 2021.

Depois dos incêndios de 2017, quando foram públicas as falhas no sistema, foram feitas várias alterações ao SIRESP, passando a rede a estar dotada com mais 451 antenas satélite e 18 unidades de redundância elétrica.

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