O anterior balanço era de 59 feridos, 12 dos quais menores de 16 anos.

Segundo Jon Rouse, diretor da Parceria para os Cuidados de Saúde e Assistência Social da Grande Manchester, que reúne 37 unidades e conselhos do Serviço Nacional de Saúde (NHS) da zona, os 64 feridos não estão todos internados, tratando-se em vários casos de pessoas que tiveram alta e regressam ao hospital para tratamentos.

Daqueles, 20 “continuam em estado crítico”, com “ferimentos terríveis”, disse Rouse à BBC.

“É o tipo de ferimento traumático expectável dado o tipo de engenho utilizado e a proximidade das pessoas que foram feridas. Estamos a falar de lesões importantes em órgãos, de perda de membros, potencialmente, de objetos cravados. Todos os ferimentos terríveis que se calcula num acontecimento destes”, acrescentou.

Ao todo, prosseguiu, e contando com as pessoas que se dirigiram aos hospitais nas horas subsequentes ao atentado, 119 pessoas que estiveram no local do ataque procuraram tratamento médico.

Na segunda-feira, às 22:33 locais (mesma hora em Lisboa), Salman Abedi, um britânico de origem líbia de 22 anos, fez-se explodir junto a uma das saídas da Manchester Arena, onde estava a terminar um concerto da cantora ‘pop’ norte-americana Ariana Grande, a que assistiam muitas crianças e jovens.

Além do atacante, 22 pessoas morreram no atentado, reivindicado pelo grupo extremista Estado Islâmico.

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