“As principais manobras estão suspensas indefinidamente na península coreana”, disse o responsável, dois dias depois do anúncio pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, do fim dos exercícios militares.

“Vamos parar com as manobras militares, o que nos poupará muito dinheiro, a menos que vejamos que as negociações futuras não estão a correr como deviam”, disse Trump, que considerou as manobras de “muito provocadoras”.

O próximo exercício previsto, com o nome Ulchi Freedom Guardian, estava previsto para finais de agosto ou princípios de setembro.

A Coreia do Norte exigia há muito tempo a suspensão dos exercícios militares conjuntos que considera serem um ensaio de uma invasão do seu território.

A decisão de Trump, anunciada no final da cimeira de terça-feira em Singapura com o líder norte-coreano, Kim Jong-un, foi criticada nomeadamente pela Coreia do Sul e pelo Japão, que considerou que as manobras “desempenham um papel vital” para a segurança de leste da Ásia.

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