“Sem a sua visão, pertinácia, conjugação de grandeza de horizontes e de realismo de ação teria sido possível arrancar com um projeto tão ambicioso e tão inovatório (…) Três décadas volvidas a perspetiva histórica permite ampliar esse reconhecimento e mostrar que não prescreveu nem prescreverá e justifica a condecoração cujas insígnias terei hoje a honra de entregar”, disse Marcelo Rebelo de Sousa.

A Fundação de Serralves está a comemorar 30 anos de existência e João Marques Pinto foi o primeiro presidente da fundação entre 1989 e 2000, sendo substituído por Teresa Patrício Gouveia

No discurso que encerrou a reunião e onde também esteve a ministra da Cultura, Graça Fonseca, o chefe de Estado terminou a sua intervenção referindo-se ao peso da instituição.

“Aqui neste Porto que só não é o que não quer ser porque tem tudo para ser o que quiser sonhar, neste ambiente de cultura que nos fala daquilo que parece estar cada vez mais ausente das modas imediatistas do efémero sem marca profunda e duradoura. Neste cruzamento do Portugal no melhor das suas raízes e o mundo na variedade dos seus horizontes, aqui, onde mesmo o mais descrente entre os descrentes dificilmente deixará de sentir um toque de eternidade”, elogiou o Presidente da República.

A reunião de hoje ficou marcada pela chegada de 27 novos fundadores.

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