"Foi com profunda consternação que soube da explosão que ocorreu esta manhã no bairro diplomático de Cabul, que resultou em muitas dezenas de vítimas mortais e inúmeros feridos. Condeno veementemente mais este trágico ataque no Afeganistão que vitimizou civis inocentes e constitui uma violação dos princípios de defesa da vida e dignidade humana", lê-se numa mensagem de condolências divulgada no ‘site’ da Presidência da República.

Na mensagem, o chefe de Estado português transmite ao presidente do Afeganistão, Ashraf Ghani, "toda a solidariedade para com o sofrimento e o luto do povo afegão e, de modo particular, com as famílias das vítimas".

A explosão de um camião armadilhado no bairro diplomático de Cabul matou hoje pelo menos 80 pessoas e feriu mais de 300.

A explosão, cerca das 08:25 locais (04:55 em Lisboa), feriu funcionários da embaixada da Alemanha e matou um guarda afegão no exterior do edifício, tendo ferido também ligeiramente dois empregados japoneses da embaixada do Japão.

Igualmente afetado foi o edifício da representação diplomática da China, que ficou parcialmente danificado devido à explosão, assim como o da Turquia e o da Índia.

A BBC indicou que um motorista afegão da televisão britânica morreu e quatro jornalistas ficaram feridos na explosão, quando se dirigiam para o escritório da empresa hoje de manhã.

O atentado ainda não foi reivindicado, tendo um porta-voz dos talibãs indicado na rede social Twitter que o grupo rebelde "não está envolvido no ataque de Cabul e condena-o firmemente".

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