“Estamos a correr de olhos abertos para a desgraça”, disse o responsável da DIVI, Gernot Marx, que pede um confinamento de duas a três semanas, em declarações à revista alemã Der Spiegel.

O especialista realçou que esse confinamento “salvaria muitas vidas e protegia muita gente da sequelas do coronavirus”.

Segundo dados da associação, atualmente há 1.644 camas livres nas unidades de cuidados intensivos alemãs.

Desde março, o número de pacientes em cuidados intensivos aumentou naquele país de 2.727 para 3.448.

A situação é considerada crítica a partir dos 5.000 doentes com covid-19 nas unidades de cuidados intensivos.

A Alemenha registou 17.176 novos casos e 90 mortos nas últimas 24 horas, um aumento de mais de 3.000 casos em relação ao domingo passado.

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