Em comunicado, o sindicato afirma que 21 chefes de equipa do serviço de urgência do Centro, que inclui os hospitais Pulido Valente e Santa Maria, "entregaram minutas de escusa de responsabilidade dada a situação atual de carência" de médicos.

Por considerarem que não há condições para cuidados de saúde de qualidade e em segurança, os médicos recusam assumir "qualquer responsabilidade pelos acidentes ou incidentes" que possam acontecer por causa do que chamam "deficientes e anómalas condições de organização do serviço causadas pela insuficiência dos meios humanos".

Referem que as equipas nas escalas da urgência para as noites, madrugadas e fins de semana estão abaixo dos "mínimos recomendados pelo Colégio da Especialidade de Medicina Interna", mas que continuarão a "prestar os melhores cuidados ao seu alcance".

Para o Sindicato, a culpa é da "gestão danosa de recursos humanos" da administração e da "política desastrosa" de vários governos no Serviço Nacional de Saúde (SNS) que provocou a "deserção dos médicos para os privados e estrangeiro".

Pede ao Ministério da saúde que torne "o SNS atrativo, tanto para os médicos fora do SNS como para aqueles que permanecem e fazem todos os esforços para o manter um serviço público de elevada qualidade".

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