Portugal junta-se à Alemanha, França, Itália, Espanha e Malta que também já se disponibilizaram para receber parte das 364 pessoas que estão a bordo daqueles navios, “num gesto de solidariedade humanitária para com a questão da migração e das tragédias humanas que se verificam no Mediterrâneo”, refere o MAI.

Portugal tem participado em todos os processos de acolhimento, destacando-se a resposta a vários resgates feitos pelos navios Open Arms, Lifeline, Aquarius I, Diciotti, Aquarius II, Sea Watch III, Alan Kurdi e outras pequenas embarcações e desde 2018 já acolheu um total de 150 pessoas.

Porém, refere o MAI, “apesar da disponibilidade solidária sempre expressa e agora reafirmada, o Governo português continua a defender uma solução europeia integrada, estável e permanente para responder ao desafio migratório”.

Atualmente, mais de 32.000 pessoas vivem em condições miseráveis em cinco locais considerados os “pontos mais quentes”, em Lesbos, Samos, Leros, Chios e Kos, na Grécia, nos campos onde refugiados e migrantes fazem o seu registo de chegada. A capacidade desses campos é de 6.200 pessoas.

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