“Não houve nenhum incidente, nenhum problema, e as pessoas estão a votar em plena normalidade”, disse o governante, considerando que ser “muito salutar e bom para o sistema representativo, democrático e pluralista.”

O líder do executivo madeirense, de coligação PSD/CDS-PP, falava aos jornalistas após exercer o seu direito de voto, na Escola Básica da Ajuda, em São Martinho, uma das dez freguesias que compõem o concelho do Funchal.

“Fizemos uma campanha como tínhamos de fazer. Neste momento, estamos com humildade a aguardar os resultados e o juízo do povo”, declarou Miguel Albuquerque, realçando o facto de a campanha ter decorrido sem incidentes, em consonância com uma “dialética normal em democracia”, apesar da “maior ou menor acutilância dos discursos” dos vários candidatos.

E acrescentou: “Estas eleições são muito importantes, porque são eleições muito participadas, eleições de proximidade dos eleitos à população. As autárquicas são uma grande manifestação da nossa democracia participativa e está tudo a correr bem.”

Miguel Albuquerque indicou, por outro lado, que a elevada abstenção habitualmente registada na Madeira, acima dos 40%, não corresponde há realidade.

“É uma falsa abstenção, uma vez que tem a ver com inúmeros residentes que fazem parte da nossa diáspora, que não residem cá, mas estão inscritos nos cadernos eleitorais”, explicou.

A Região Autónoma da Madeira é composta por onze concelhos, onde residem 251.060 habitantes, de acordo com os dados preliminares do Censos 2021.

As mesas de voto das eleições autárquicas abriram às 08:00 no continente e na Madeira para a escolha dos dirigentes dos municípios e das freguesias para os próximos quatro anos.

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