Pompeo é o primeiro secretário de Estado a visitar a Bielorrússia em 26 anos, tendo chegado à capital, Minsk, no meio de novas tensões com o governo de Moscovo devido à situação energética.

Numa reunião com o Presidente Alexander Lukashenko, o chefe da diplomacia norte-americana disse que os EUA pretendem ajudar a Bielorrússia a construir a própria “soberania” e independência” que esta procura.

“Os Estados Unidos querem ajudar a Bielorrússia a construir o seu próprio país soberano”, disse Pompeo, numa conferência de imprensa conjunta com o ministro das Relações Exteriores, Vladimir Makei.

“Os nossos produtores de energia estão prontos para entregar 100% do petróleo necessário a preços competitivos. Somos o maior produtor de energia do mundo e tudo o que precisam é de falar connosco”, observou.

A Bielorrússia teme que a Rússia esteja a tentar absorvê-la e, no mês passado, começou a comprar gás à Noruega depois de os russos terem cortado o fornecimento.

Na semana passada, Lukashenko acusou a Rússia, principal fornecedora de petróleo e gás do país, de parar o fornecimento para “dissolver a Bielorrússia”.

Pompeo disse que os EUA querem ajudar a preencher o vazio e por isso continuarão a aumentar o pessoal na embaixada dos EUA em Minsk, severamente reduzida, há 12 anos, quando os Estados Unidos impuseram sanções significativas ao país por alegadas violações dos direitos humanos.

Desde então, Lukashenko prometeu encontrar fornecedores alternativos de petróleo e disse, na sexta-feira, que a Bielorrússia está a negociar suprimentos adicionais com os Estados Unidos, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos.

Na conferência de imprensa, Pompeo também disse que a Bielorrússia fez progressos enormes nas reformas, inclusive sobre direitos humanos, mas que ainda é preciso fazer mais para provocar o levantamento das sanções dos EUA.

“Mais progresso nessas áreas e em outras é o único caminho para suspender as sanções dos EUA”, frisou.

"A Bielorrússia provavelmente não é o país mais ideal a esse respeito, e entendemos que devemos levar a cabo algumas reformas em muitas áreas, incluindo a área de direitos humanos - e estamos a fazer isso", afirmou.

Lukashenko prometeu encontrar fornecedores alternativos de petróleo e disse na sexta-feira que a Bielorrússia está negociando suprimentos adicionais com os Estados Unidos, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos.

Na conferência de imprensa, Pompeo também disse que a Bielorrússia fez "progresso reais" nas reformas, inclusive sobre direitos humanos, mas que ainda é preciso fazer mais para provocar o levantamento das sanções dos EUA.

"Mais progressos nessas áreas e em outras é o único caminho para suspender as sanções dos EUA", sublinhou.

Makei admitiu que a Bielorrússia reconheceu a necessidade de fazer alterações. "A Bielorrússia provavelmente não é o país mais ideal a esse respeito, e entendemos que devemos implementar algumas reformas em muitas áreas, incluindo a área de direitos humanos - e estamos fazendo isso", afirmou.

Desde que Lukashenko chegou ao poder, em 1994, a Bielorrússia baniu a oposição e seu histórico de direitos humanos tem sido amplamente criticado. A antiga secretária de Estado norte-americana Condoleezza Rice, em 2005, classificou a Bielorrússia de "última ditadura da Europa".

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