“Estamos num estado de emergência, um estado de exceção e precisamos de tomar o controlo, para garantir que os medicamentos chegam aos doentes, ao povo da Venezuela”, disse.

O anúncio foi feito em Caracas, a partir do comando da Grande Missão Abastecimento Soberano (GMAS, programa governamental de distribuição de produtos), durante uma reunião, transmitida pela televisão estatal, em que fez um balanço operacional do GMAS.

Segundo a imprensa local, além dos medicamentos, os militares vão também controlar a distribuição de todos os materiais médico-cirúrgicos dos hospitais públicos do país.

A 11 de julho, o Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou a criação do GMAS, uma iniciativa centrada em identificar as falhas no abastecimento, num país onde a população se queixa da falta de diversos bens, incluindo arroz, farinha ou leite.

As FAV controlam atualmente a distribuição de vários tipos de produtos básicos que são muitas vezes vendidos sem chegarem a ser colocados nas prateleiras dos supermercados.

Além disso, os militares supervisionam constantemente as redes privadas de supermercados para determinar se a comercialização está a ser feita a “preços justos”.

A par de bens essenciais, a população queixa-se frequentemente de dificuldades para conseguir alguns medicamentos, principalmente para a hipertensão e diabetes.

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