Segundo adianta uma nota do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), quatro dos arguidos foram acusados de tráfico de droga agravado, mas também do crime de associação criminosa.

O arguido identificado como sendo um dos líderes do grupo era agente da PSP, colocado na Esquadra de Gondomar, distrito do Porto.

O DCIAP revela que efetuada investigação patrimonial àquele agente da PSP, "apurou-se a existência de património incongruente com os seus rendimentos lícitos, razão pela qual foi deduzida a respetiva perda a favor do Estado, no montante de 184.692,32 euros.

A acusação refere que os quatro arguidos adquiriam haxixe em elevadas quantidades no sul de Espanha e transportavam-no, em automóveis, para a zona metropolitana do Porto, onde era efetuada a sua venda a terceiros.

Os arguidos em causa terão realizado, pelo menos, 27 viagens com esse propósito, sustenta a acusação.

Os restantes arguidos acusados - indica o DCIAP - diligenciaram pela venda de haxixe a consumidores desse estupefeciente no grande Porto.

Três dos arguidos foram detidos, em 07 de julho de 2019, a transportar cerca de 120 quilos de haxixe, droga cuja venda lhes renderia cerca de 150 mil euros, tendo nas buscas então realizadas nas habitações de alguns dos arguidos sido apreendida mais daquela droga, vários telemóveis, dinheiro e viaturas.

A operação envolveu pedidos de cooperação internacional com as autoridades espanholas.

Com a acusação, o DCIAP avança que, relativamente a três dos arguidos, foi promovida a manutenção da prisão preventiva.

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