Segundo o ministro russo, muitos destes mobilizados foram voluntários ou eram reservistas e cerca de 8.000 receberam treino para “manipular veículos de combate e tanques, bem como sistemas de artilharia e defesa antiaérea” nos centros de formação organizados pelas Forças Armadas.

Shoigu adiantou ainda que cerca de 3.000 instrutores estiveram envolvidos nos treinos de combate para “novas formações militares” em mais de uma centena de campos distribuídos entre a Rússia e a Bielorrússia.

A mobilização parcial de cidadãos russos foi anunciada por Vladimir Putin, em 21 de setembro, numa mensagem à nação em que explicou a medida com a necessidade de defender a soberania e a integridade territorial do país.

O anúncio foi depois secundado pelo ministro da Defesa, adiantando na mesma ocasião que a medida iria abranger 300 mil homens e entraria em vigor de imediato.

No próprio dia, os voos para sair da Rússia ficaram cheios e os preços dos bilhetes dispararam, tendo começado logo uma série de protestos nas ruas que levaram à detenção de milhares de pessoas.

A Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro deste ano, desencadeando uma guerra que mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

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