“Até agora não vimos qualquer sinal de Kiev ou dos seus senhores de que estão prontos para um acordo político”, disse o chefe da diplomacia russa numa conferência de imprensa em Skopje, onde participou na 30.ª reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE).

No início de outubro, o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, assinou um decreto formal que confirma “a impossibilidade de realizar negociações com o Presidente da Federação Russa, Vladimir Putin” e vincula todos os cidadãos nacionais.

Por outro lado, “se ouvirmos os dirigentes da NATO e da União Europeia, eles dizem apenas uma coisa: temos o dever de apoiar a Ucrânia, porque se a Ucrânia for derrotada, será a derrota de todo o Ocidente”, disse Lavrov.

Para “iniciar um processo político são necessários dois, como no tango, mas os tipos do outro lado não dançam tango, dançam breakdance”, acrescentou.

Por isso, salientou, a Rússia não vê motivos para rever os objetivos da sua campanha militar na Ucrânia, que Putin definiu como a “desmilitarização e desnazificação” do país vizinho.

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