As obras no Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça contemplam, segundo a DGPC, “intervenções profundas e necessárias à boa conservação do monumento”, financiadas através dos reembolsos das obras realizadas no anterior quadro comunitário, ao abrigo do projeto Rota dos Mosteiros Património da Humanidade.

A primeira fase das obras irá incidir na conservação e no restauro dos elementos pétreos e caixilharias da fachada norte, adjudicada à empresa In Situ – Conservação de Bens Culturais Lda.

A obra, orçada em 116.000 euros, deverá, segundo a DGPC, estar “concluída até ao final deste ano”.

Prevista também para este ano está ainda uma intervenção na torre sul, que engloba “a beneficiação do sistema elétrico de comando dos martelos para toque dos sinos”, explicou hoje fonte da DGPC à agência Lusa.

A reparação dos sinos terá um custo de 7.750 euros e deverá ficar concluída em dezembro, estimando-se que a partir do início de 2017 os sinos do monumento voltem a poder ouvir-se.

As obras vão decorrer com o mosteiro aberto à visitação do público, assegurando a DGPC que “não haverá qualquer limitação”.

Para 2017 estão previstas mais intervenções no monumento, classificado como Património Mundial da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) desde dezembro de 1989.

Serão calendarizadas “de acordo com uma lista de prioridades” e a “disponibilidade orçamental” da DGPC, esclareceu este organismo.

O Mosteiro de Alcobaça é considerado pela DGPC “um dos mais emblemáticos” monumentos cistercienses, sendo o conjunto a última fundação em vida de São Bernardo e o primeiro monumento integralmente gótico do país.

A igreja, com 100 metros de comprimento, representa o maior espaço religioso gótico existente no país, integrando nove capelas radiantes e acolhendo os túmulos de D. Pedro e D. Inês.

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